A lâmina úmida do asfalto
Faísca lágrimas reflexas da garoa:
Arco-íris cingi a manhã
Dilacerando a realidade cinza,
Inseminando vida no útero da cidade.
Calçadas deterioradas caminham
Sob pensamentos abstratos:
Cicatrizes e tatuagens de carne e memória
Riscadas pelos caninos da tarde voraz.
A lembrança de teu hálito em meu rosto;
O gosto do hábito de tua pele sobre a minha:
Luzes infindas de antigas auroras
Perdidas no labirinto do tempo.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
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