
Aquela noite de solstício
Em que beijei teus olhos
Furtando a paz necessária
À minha alma.
Aquela imprescindível noite
Em que tua calma reinventou
A esperança
Outrora amputada pela tormenta
De um presente incansável.
Aquela noite,
Hoje,
É parte do que sou
E as faces de sua arquitetura
Ainda habitam minhas estradas:
Engendram caminhos que percorrerei...
©Anderson Christofoletti

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