A lâmina úmida do asfalto
Faísca lágrimas reflexas da garoa:
Arco-íris cingi a manhã
Dilacerando a realidade cinza,
Inseminando vida no útero da cidade.
Calçadas deterioradas caminham
Sob pensamentos abstratos:
Cicatrizes e tatuagens de carne e memória
Riscadas pelos caninos da tarde voraz.
A lembrança de teu hálito em meu rosto;
O gosto do hábito de tua pele sobre a minha:
Luzes infindas de antigas auroras
Perdidas no labirinto do tempo.
©Anderson Christofoletti
Faísca lágrimas reflexas da garoa:
Arco-íris cingi a manhã
Dilacerando a realidade cinza,
Inseminando vida no útero da cidade.
Calçadas deterioradas caminham
Sob pensamentos abstratos:
Cicatrizes e tatuagens de carne e memória
Riscadas pelos caninos da tarde voraz.
A lembrança de teu hálito em meu rosto;
O gosto do hábito de tua pele sobre a minha:
Luzes infindas de antigas auroras
Perdidas no labirinto do tempo.
©Anderson Christofoletti


2 comentários:
Quanto sentimento!!!!!
Linda e apaixonante poesia!
Em linhas distantes
Encontrei você
Ainda era misterioso
Indecifrável
Apaixonante
E ainda hoje
A essência que exala
É a mesma
E não me engana.
Da pele que toca
Sente
O calor que troca
Pulsa
A noite que transborda
Pede
Toda a loucura
Punge
Pele a pele
Corpo a corpo
Lábio a lábio
Dois em Um.
K.P.F.
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