Uma
fina poeira denuncia a réstia de aurora
Que deflora as paredes do quarto adormecido.
Corpos que construíram noites particulares,
Agora compõem silêncios que sabem a palavras inauditas.
No ar,
Um tímido relato de alma ferida
-cingida de raízes ácidas-
Constrói um novo dia
-cinza-
Trazendo traços de tristeza
Em suas púmbleas faces de sentir.
Na varanda,
Uma rosa amarela
Resgata tênues farpas de felicidade
E leveza para perfumar o dia.
Por entre nuvens chopinianas
Desenho possibilidades :
Reinvento o sol em meio à chuva
E com a linha de teu sorriso
Faço um varal,
Quarando, assim, os úmidos lábios de minha ferida mais pungente.
A.Christo.
Que deflora as paredes do quarto adormecido.
Corpos que construíram noites particulares,
Agora compõem silêncios que sabem a palavras inauditas.
No ar,
Um tímido relato de alma ferida
-cingida de raízes ácidas-
Constrói um novo dia
-cinza-
Trazendo traços de tristeza
Em suas púmbleas faces de sentir.
Na varanda,
Uma rosa amarela
Resgata tênues farpas de felicidade
E leveza para perfumar o dia.
Por entre nuvens chopinianas
Desenho possibilidades :
Reinvento o sol em meio à chuva
E com a linha de teu sorriso
Faço um varal,
Quarando, assim, os úmidos lábios de minha ferida mais pungente.
A.Christo.


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